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Comentários, fotos, e até algumas playlists relacionadas às histórias desta edição.
Seguindo a ordem da revista:

Estúpido? não é uma história autobiográfica, mas ela tem inspiração em certas coisas da minha vida. Foi a última que eu fiz para esta revista, e se tornou a primeira na ordem porque eu gostei da ideia de separar fisicamente os dois tempos da história.

Embora esse fosse o meu roteiro favorito, e eu tenha ficado satisfeito com o produto final, ela não é a minha favorita da revista, o que é curioso.

Há uma playlist que eu fiz para essa história no Spotify.

A Caixa foi a primeira história que eu escrevi e desenhei para esta edição. É a primeira de uma série que pretendo publicar nas páginas de Liget, A Era dos 16-Bits. Também não é autobiográfica, mas inspirada na minha infância. Conforme as histórias forem progredindo, o protagonista e sua vida se afastarão mais e mais da minha própria experiência, mas esta primeira parte é bem fiel à minha vida na época.

Há também uma playlist para ela, mas tem mais a ver com histórias futuras da série, e vai continuar sendo atualizada conforme eu for escrevendo mais.
Siga-a no Spotify.

Um Dia não é nem um pouco autobiográfica, e a minha favorita dentre estas histórias, o que talvez seja um sinal de que eu devesse escrever menos sobre mim mesmo. De qualquer forma, ela é uma combinação de algo que me contaram, observação, e tentar me colocar no lugar dessas pessoas. É bastante curta, mas eu tentei passar bem quem eram essas pessoas nessas páginas.

Music When The Lights Go Out é inspirada pelo que eu imagino que seja a relação entre  Pete Doherty e Carl Barât da banda The Libertines, mas combinada com partes da minha vida, fazendo dela uma versão bem menos sexo/drogas/rock n' roll. Eu gosto bastante de como ela ficou, e também há uma playlist dela, embora eu deva dizer que gostaria de ter usado a versão da Coeur de Pirate da música-título, que infelizmente não está no Spotify.

Kraaiennest é a única história realmente autobiográfica desta coleção, e eu gosto do fato que, apesar de ser sobre a minha vida, eu não apareço nenhuma vez, e só uso a primeira pessoa duas vezes no texto. Esta história foi escrita em 20 minutos como uma forma de lidar com a minha partida de Amsterdã (e tudo que isso envolvia), e mudou muito pouco de como foi concebida quando eu a desenhei.  Fun fact: Eu escrevi "Gaasperplas" errado, com só um a em "Gaas" ao invés de dois. Se você fala holandês, het spijt me!

Rascunhos iniciais da capa e contra-capa.

Quadro deletado de A Caixa

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